Paris Filmes/Divulgação Letal como uma bala: Jonh Wick (Keanu Reeves) está de volta Na época em que “De Volta ao Jogo” (2014) fora lançado, ninguém deu muita bola. Também pudera! A maré de Keanu Reeves estava mais baixa do que nunca por conta dos sucessivos fracassos de bilheteria. Ninguém poderia supor que o assassino John Wick colocaria o ator de 50 anos novamente no patamar de um dos maiores astros de ação do cinema. Mas foi o que aconteceu. A divertida aventura partia da morte do cachorrinho de Wick para levar o público para uma história de vingança com coreografias inacreditáveis, que na gringa passaram a ser chamadas de “gun-fu” (kung-fu com armas). A sequência “John Wick 2” (2017) aprofundou o universo de vilões do primeiro ao mesmo tempo em que introduziu aos fãs do personagem o “car-fu” (kung-fu com carro). O sucesso nos trás à sequência “John Wick – Parabellum”, que chega hoje aos cinemas para fechar a trilogia do maior assassino do cinemão ianque.

E o longa que já está em cartaz não tem só “gun-fu” e “car-fu”, mas também “dog-fu” (kung-fu com cachorro), “horse-fu” (kung-fu com cavalo), “motorcycle-fu” (kung-fu de moto), etc. O filme começa exatos 45 minutos depois do fim da aventura anterior, quando Wick quebrou as regras da organização de assassinos e se transformou em alvo de todo o tipo de criminoso. Ele começa a sequência com a cabeça a prêmio pelo valor de US$ 14 milhões, atraindo todo o tipo de assassino atrás do prêmio. É ação para ninguém botar defeito. A produção é comandada pelo ex-dublê e agora diretor Chad Stahelski e escrita novamente pelo mesmo Derek Kolstad que criou o primeiro John Wick. O próprio roteirista disse em entrevista à revista inglesa Empire que criou o personagem como uma grande brincadeira com as aventuras de vingança tão comuns em Hollywood. Então não leve a sério e divirta-se!

Em tempo, o misterioso “parabellum” do título vem de uma frase em latim cuja tradução completa é “se quer paz, então prepare-se para a guerra.” Nada mais apropriado.