A Orquestra dá boas-vindas à estação das flores e o público vai ouvir um repertório diversificado e descontraído, com obras de compositores da música orquestral. São elas: a Música Aquática: Suíte nº 2 em Ré maior, HWV 349 – II. Alla Hornpipe, de Haendel; O rapto do serralho, K. 384: Abertura, de Mozart; a Quinta Sinfonia de Beethoven (primeiro movimento); a Abertura Carnaval Romano, de Berlioz; Dança Eslava, op. 46, nº 8, de Dvorák; Dança Húngara nº 1, de Brahms; Trovão e Relâmpago, op. 324, de J. Strauss Jr.; e o Bolero de Ravel.

O público vai passar por uma breve história da música orquestral. Haendel é um dos mais importantes compositores do Barroco; com Mozart, será ouvida a música do período clássico; em Beethoven, a transição do Classicismo para o Romantismo; Berlioz, Brahms e J. Strauss Jr. representam a música do período romântico; Dvorák traz os encantos do nacionalismo; na música brasileira, Carlos Gomes e Alberto Nepomuceno também se filiam à estética romântica; por fim, a era moderna chega com o sempre encantador Bolero de Ravel.

Arakaki ressalta que levar a música clássica a um número cada vez maior de pessoas é um dos objetivos da Orquestra. “Para nós, é um prazer contribuir para a formação de público e a disseminação da música orquestral de excelência”, conclui o maestro.