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Postado em 14/08/2019 às 15:33 | Atualizado hoje às 16:03

Crime foi no dia 8 de julho no cinema em Dourados. (Foto: Wellington Rubim/Portal da Cidade)

A Justiça concedeu pedido de habeas corpus e mandou soltar o policial militar Dijavan Batista dos Santos, de 37 anos, que matou com um tiro o bioquímico Júlio Cesar Cerveira Filho dentro de uma sala de cinema, no shopping de Dourados. Ele estava detido no Presídio Militar Estadual  em Campo Grande.

O habeas corpus foi aceito pelo Tribunal de Justiça na quinta-feira (8), e o policial está em casa. Segundo o advogado de defesa, ele colaborou com a Justiça desde o princípio, entregou a arma e prestou socorro.  

De acordo com a assessoria da Polícia Militar Ambiental, Dijavan está solto e trabalhando internamente no pelotão de Dourados, por determinação da Justiça. 

O policial e o bioquímico estavam com os filhos no cinema para assistir a um filme infantil quando começaram a discutir em um das salas por causa da poltrona que faziam uso. Após a briga, a vítima foi para as escadas dizendo que ia embora e foi surpreendido pelo policial que foi atrás.

Houve então o disparo que atingiu Júlio que morreu na hora. A sala de cinema estava cheia. Oitenta e cinco ingressos tinham sido vendidos.  A arma usada pelo policial era uma pistola ponto 40, sem registro, que o militar alegou à Polícia Civil que “usava-a de vez em quando”.

Câmeras de segurança do cinema registraram a briga. As imagens mostram o desentendimento entre o policial e a vítima até o momento em que se dirigem à porta do cinema, onde entraram em luta corporal seguida pelo disparo, mas não havia câmeras neste ponto do cinema.

Fonte: Portal da Cidade Dourados