Na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge, a equipa organizadora do Queer Lisboa 22 anunciou os vencedores das Competição de Longas-Metragens, Competição de Documentários, Competição de Curtas-Metragens, Competição In My Shorts – que distingue o Melhor Filme de Escola -, Competição Queer Art, e ainda as escolhas do público.

Foi apresentado um mundo de revoltas, conflitos, raiva e sobretudo desânimo. Nesta edição o Queer 22 trouxe também a debate e divulgação o ciclo “O vírus-cinema: cinema queer e VIH/sida” que teve lugar na Cinemateca cona a exibição do filme de Joaquim Pinto

“E agora? Lembra-me”. Foi ainda apresentado um conjunto de filmes ligados ao vídeo-activismo da sida dos anos 80 e inícios de 90, de realizadores como Gregg Bordowitz, os Gran Fury ou John Greyson ouve ainda uma sessão de filmes de Mike Hoolboom e Matthias Müller, com um Debate à volta deste programa que contou com a apresença a presença do ensaísta francês Didier Roth-Bettoni, autor do livro “Les années sida à l’écran,” Maria José Campos, médica, e João Pedro Vale, artista plástico.

Linn é uma cantora de São Paulo que nas as suas apresentações tem letras fortes, bem conseguidas no propósito que encerram, às quais junta exibições onde a sexualidade e o uso do corpo são os instrumentos utilizados para obter respoata ao que realmente o incomoda, a noção de género.