As oitavas de final da Copa Libertadores começaram com emoção para os times brasileiros. Com muita, muita emoção, Cruzeiro e Palmeiras arrancaram empates fora de casa diante dos argentinos River Plate e Godoy Cruz, respectivamente. E a quarta-feira promete, com Inter, Athletico-PR e Flamengo em campo.

A bola não para de rolar na ESPN e no WatchESPN. Serão 60 jogos em 33 dias, de 10 de julho a 11 de agosto, com a presença de times como Real Madrid, Barcelona, Arsenal, Manchester City, Liverpool, PSG e muito mais! Veja a programação completa e divirta-se. #FutebolnaESPN

O primeiro a jogar é o time colorado, que encara o Nacional no Uruguai a partir das 19h30 (de Brasília). Em seguida, às 21h30, o Athletico-PR enfrenta, de novo, o já conhecido Boca Juniors na Arena da Baixada, enquanto o Flamengo vai ao Equador para o duelo contra o Emelec. Todos os jogos terão acompanhamento em tempo real do ESPN.com.br.

O que esperar dos confrontos? O DataESPN cruzou dados, estatísticas e curiosidades para entender como jogam os adversários dos times brasileiros e mostrar os perigos – ou não – que Inter, Athletico e Flamengo terão pela frente.

Não, não é um time que gosta de ficar com a bola. O Nacional-URU tem uma das melhores defesas do torneio – apenas dois gols sofridos – e baseia o seu jogo em evitar que o rival se anime no ataque.

História do Nacional: A histórica rivalidade do futebol uruguaio tem como protagonistas Nacional e Peñarol. O time tem três títulos da Libertadores, mas não é campeão desde 1988.

Como o Nacional se classificou: Econômico no ataque, o time somou 4 vitórias na primeira fase, todas por 1 a 0. A única derrota? 1 a 0. Acabou empatado com o Cerro Porteño, com 13 pontos, mas ficou atrás dos paraguaios no desempate.

Curiosidade: Foi o Nacional que evitou um duelo entre Inter e Atlético-MG. Na segunda rodada, vitória uruguaia em casa. Na quinta, a equipe mineira precisava vencer para manter as chances de classificação, mas a derrota magra no Mineirão selou a eliminação.

“Boca é sempre o Boca” parece ser um lema em todas as edições da Libertadores. Que o diga o Athletico, que já encontrou o time argentino na fase de grupos e agora vai para o terceiro e quarto duelos contra os rivais.

Como o Boca se classificou: Se não foi brilhante, foi eficiente. Com 11 pontos, uma derrota e uma vitória contra o Athletico (segundo, com 9), a equipe avançou sem grandes emoções.

Curiosidade: Marco Rubén, 32 anos, chegou este ano ao Athletico. Entre outros clubes, ele passou por River Plate e Rosario Central. Até agora, ele marcou seis vezes e divide a artilharia com Adrián Martínez, do Libertad. Dos seis gols, quatro foram justamente contra o Boca: 3 nos 3 a 0 em casa, e outro na derrota por 2 a 1 na última rodada. Olho nele!

Na teoria, o Flamengo tem o rival ideal pela frente. 16ª campanha entre os 16 times nas oitavas, o Emelec tem uma defesa frágil, tanto para evitar finalizações como para brecar o jogo aéreo dos rivais. A arma é a força da torcida.

História do Emelec: A melhor campanha foi em 1995, quando sofreu na primeira fase no mesmo grupo de Palmeiras e Grêmio, mas se classificou na terceira posição. Eliminou o Cerro Porteño nos pênaltis nas oitavas, despachou o Sporting Crystal nas quartas e perdeu para o Grêmio, caindo na semi.

Como o Emelec se classificou: Enquanto o Cruzeiro sobrou no grupo (15 pontos), o Emelec avançou aos trancos e barrancos. Chegou à quinta rodada com três empates e uma derrota, mas duas vitórias apertadas (ambas por 2 a 1, fora de casa, contra Huracán e Cruzeiro), garantiram o segundo lugar, com 9 pontos.

Curiosidade: Um duelo de técnico europeus terá pela frente Jorge Jesus e Ismael Rescalvo, espanhol de 37 anos que assumiu o comando da equipe em 4 de maio. Para ficar de olho, o único jogo na Libertadores com o novo comandante foi a vitória por 2 a 1 sobre o classificado Cruzeiro no Mineirão.

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