A Rainha da Neve gira em torno de um irmão e uma irmã – Kai e Gerda – que vivem em um mundo atormentado pelo que sua avó chama de “as abelhas da neve”.

Embora elas não sejam abelhas, elas mesmas carregam uma picada; na verdade, são pedaços de um espelho quebrado criado pelo diabo que, quando inserido no corpo humano, transforma o coração em gelo e filtra tudo o que a vítima vê em distorções desagradáveis ​​e vis da realidade.

Em um dia de inverno, Kai é atingido por uma abelha da neve e, por sua vez, é levado por sua líder, a Rainha da Neve. A tragédia de Kai segue para Gerda, que, com a ajuda da natureza e da oração, parte para descobrir a verdade e libertar seu irmão.

Partes de Frozen podem ser sentidas nessa curta sinopse, com muitos dos papéis sendo misturados para o filme. Por exemplo, Elsa, a rainha recém-coroada com a capacidade de convocar gelo, se encaixa no personagem Kai, bem como, mais obviamente, na Rainha da Neve.

Enquanto a irmã amorosa de Elsa, Anna, por outro lado, é uma combinação de Gerda e Kai, procurando sua irmã exilada e também (acidentalmente) vítima de sua maldição no gelo. A incapacidade de Elsa de controlar sua maldição está entre os maiores conflitos de Frozen, mas, apesar desses poderes destrutivos sobre-humanos, ela ainda é uma das principais heroínas do filme.

No início do desenvolvimento, Elsa seria a vilã de Frozen, e foi só depois da equipe criativa ouvir “Let It Go” que eles decidiram transformar a personagem em protagonista.

Embora a música em si não tenha mudado, o significado por trás disso mudou, porque não se tratava de um personagem se tornar um vilão, mas de alguém finalmente tirar um peso das costas.

Claro, já que Elsa não se encaixa exatamente no papel de vilão de Frozen, alguém tem que preencher essa lacuna. À medida que o filme avança, fica claro que na verdade é Hans, o príncipe das Ilhas do Sul, que roubou o coração de Anna e que quer abrir caminho para o controle de Arendelle.

“Love is a Open Door”, o dueto cheio de paixão entre ele e Anna que conquista seus afetos, se encaixa facilmente nesse papel, cheio de maldade e mentiras. É um exemplo de como Hans manipulou Anna e como é diferente “Let It Go”.

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