O médico Jean Gorinchteyn, do Instituto Emílio Ribas e do Hospital Israelista Albert Einstein, participou da live de IstoÉ nesta sexta-feira (16). Secretário da Saúde do Estado de São Paulo, Gorinchteyn falou sobre os erros e acertos no combate a pandemia do coronavírus no Brasil, além das vacinas que estão sendo testadas no país e no mundo.

Segundo o secretário, a depender dos resultados da fase 3 dos testes, é possível que em dezembro deste ano já seja a imunizar uma parte da sociedade brasileira, em especial os trabalhadores da saúde, educação e pacientes com comorbidades.

Na entrevista, o secretário foi questionado sobre a mais recente polêmica envolvendo a vacina Coronavac, que será produzida pelo governo paulista em uma parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac. O secretário anunciou que na próxima semana irá desembarcar em Brasília com o governador João Dória para tentar fazer um lobby em defesa da Coronavac e assim pressionar Bolsonaro para assinar a liberação da verba.

Caso não consiga a liberação da verba, que já virou uma disputa política de presidenciáveis – Bolsonaro x Doria -, ele avalia que uma parceria financeira com o setor privado será a solução para refrega.

“Não podemos socializar a vacina apenas para o estado de São Paulo, não é certo, não é democrático. Temos de dividir com todo o país. A vacina do Butantan é do Brasil, não pode ser exclusividade de São Paulo”, declarou.

Gorinchteyn é professor de infectologia na Universidade de Mogi das Cruzes, onde se formou há 28 anos. Mestre em doenças infecciosas, o secretário chamou atenção para a permanência da chamada “etiqueta respiratória”, como o uso de máscaras, por exemplo. O secretário também fez questão de enaltecer a postura do chefe no enfrentamento da pandemia.

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