O inhame apesar de não ser
um alimento sempre presente no prato do brasileiro, é fonte de inúmeros
nutrientes indispensáveis para a saúde e talvez muitos não saibam disso.

Ele possui uma grande
quantidade de sais minerais como: cálcio, fósforo e ferro, além de vitaminas do
complexo B e vitamina C. Essas vitaminas são importantes para o funcionamento
do organismo e também para ação do sistema imunológico.

Ele é um tubérculo de baixa caloria (uma xícara contendo 136 gramas de inhame tem cerca de 158 calorias) e possui uma grande quantidade de fibras, entre elas a glucomanano que é uma fibra extraída das suas raízes e pode auxiliar na perda de peso. Em doses de 2-4 g por dia, essa fibra se transforma em um gel que permanece no estômago, proporcionando a sensação de saciedade. A fibra natural do inhame ajuda a diminuir a velocidade com que o corpo processa o açúcar, evitando que você sinta fome entre as refeições. É também um carboidrato de baixo índice glicêmico, por isso a produção de insulina é menor. Portanto, o inhame não engorda se consumido na dosagem ideal e deve ser incluído na dieta para quem está tentando perder peso.

Ultimamente, os hormônios naturais estão se tornando opções mais procuradas para a terapia de reposição hormonal. De acordo com estudos e análises nutricionais, o tubérculo possui elementos que aumentam a produção de hormônios femininos e facilitam a ovulação. Na sua composição encontramos a diosgenina que é um fitormônio (hormônio vegetal) que no corpo se transforma em outro hormônio chamado DHEA (abreviação de dehidroepiandrosterona) que dentre outras funções, é responsável por modular a produção de hormônios femininos como a progesterona e o estradiol. A progesterona natural é comumente derivada do inhame selvagem que não é comestível chamado Dioscorea uillosa.

A medicação tradicional
reconhece que o inhame contém compostos importantes que podem melhorar os
sintomas da menopausa e da TPM. Além disso, um estudo realizado na Universidade
Nacional de Taiwan mostrou que a ingestão de inhame pode aumentar o status de
hormônios sexuais, lipídios e outros antioxidantes em mulheres na
pós-menopausa.

A diosgenina é usada para tratar
problemas de hormônios sexuais. Ela é uma substância que tem a estrutura similar
aos estrógenos humanos e é utilizada para produzir contraceptivos e aliviar os
sintomas da menopausa e da TPM. Um estudo
realizado na Austrália no Instituto de Pesquisa Médica Baker descobriu que esta
substância pode aliviar os sintomas da menopausa sem efeitos colaterais.

O inhame pode beneficiar a
mulher também favorecendo os cuidados com a pele. Os extratos de inhame
selvagem são adequados para o uso em produtos para a pele devido às suas
propriedades anti-inflamatórias. Além disso, os antioxidantes do tubérculo são
benéficos para a saúde da pele e ajudam a retardar o envelhecimento. Ele é rico
em alantoína que é uma substância que melhora a cicatrização da pele, a
umectação e é um renovador celular.

         Inflamação: A casca externa da raiz do inhame selvagem é rica em um composto chamado saponina que pode ajudar a combater a inflamação. Assim, o  e ajudar a tratar os músculos abdominais e pélvicos. A propriedade antioxidante das saponinas também pode ajudar a reduzir a inflamação relacionada a várias doenças.

        Pode ajudar a prevenir o câncer: O inhame contém boas quantidades de vitaminas A e C, sendo um alimento rico em antioxidantes que é importante para prevenção do câncer, pois eles combatem os radicais livres no organismo. Estudos mostraram que a diosgenina pode ser uma alternativa eficaz para a prevenção de alguns tipos de tumores, entre eles o de mama.

        Melhora a saúde digestiva: O inhame contém amidos resistentes, glicoproteína solúvel e fibras alimentares que são boas para a saúde digestiva. Estudos também mostraram que o inhame pode estimular a proliferação de células epiteliais gástricas e melhorar as atividades das enzimas digestivas no intestino delgado.

O inhame é fácil de preparar,
versátil e um ótimo alimento para ser incluído na dieta, pois suas riquezas
nutricionais trarão excelentes benefícios para um emagrecimento saudável. Ele é levemente adocicado e mais nutritivo do
que as batatas brancas. Por ser fácil de amassar, é ótimo para ser acrescentado
na comida das crianças, como no feijão, por exemplo. O
ideal é consumi-lo cozido, assado ou feito no vapor pois a
versão crua aumenta o seu potencial alergênico.

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