Em 2018, a Índia registrou o pior índice de desemprego dos últimos 45 anos. De acordo com um relatório da Secretaria Nacional de Pesquisas de Amostras, a taxa de desocupados atingiu 6,1% da população.

A crise foi aprofundada pela reeleição em maio do primeiro-ministro Narendra Modi, que se elegeu pela primeira vez em 2014 prometendo criar 10 milhões de empregos. Nesse cenário, quem mais sofre são os jovens qualificados.

Por lá, profissionais com pós-graduação têm duas vezes mais chance de estar desempregados do que a média do país, segundo dados da Universidade Azim Premji, em Bengaluru. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores da instituição entrevistaram 522 000 pessoas durante três períodos do ano passado.

Uma das dificuldades encontradas pelos trabalhadores é a falta de oferta de vagas fora da economia informal, que hoje emprega cerca de 80% da população indiana.

Os profissionais ingleses não se sentem confortáveis com contato físico no trabalho. Pelo menos foi isso que apontou uma pesquisa, divulgada em abril, pelo portal de empregos Totaljobs.

Segundo o levantamento, que entrevistou 2 002 pessoas, três quartos dos trabalhadores da Inglaterra gostariam que os toques fossem reduzidos. Outros 42% foram mais longe e afirmaram que as interações deveriam ser banidas totalmente.

No ano passado, a Colômbia tornou-se líder mundial na produção de maconha para uso medicinal, legalizada desde 2015. Apenas em 2018 o país produziu cerca de 40 toneladas da planta e, em uma década, o mercado de Cannabis deverá movimentar 664 milhões de dólares.

Por ser um mercado novo, há dificuldade em encontrar trabalhadores qualificados, e as empresas recorrem a perfis correlatos, como agrônomos especialistas em plantas.