Muita gente comenta sobre os cachês que os artistas cobram por seus shows atualmente, sobre o quanto ganham com suas turnês, quanto ganham por presenças VIP’s e até quanto arrecadam com royalties de seus trabalhos, mas até aí tudo bem, pois estamos dos artistas que ainda estão vivos.

Porém, você sabia que os artistas que fizeram muito sucesso quando estavam vivos continuam faturando depois de suas mortes? Pois é, a revista Forbes divulgou uma lista dos artistas que continuam ganhando muito dinheiro, mesmo após suas mortes. E olha que tem gente que já morreu há bastante tempo e continua faturando.

Assim como o colega de banda John Lennon, Harrison se beneficiou das reedições dos Beatles, como o show baseado nos Fab Four do Cirque du Soleil em Las Vegas. O artista volta ao ranking pela primeira vez desde 2011.

A venda, em maio, da propriedade da artista por US$ 7 milhões e o sucesso do remix de Kygo de “Higher Love” – que já contabilizou mais de 175 milhões de giros no Spotify – pavimentaram o caminho para a estreia de Whitney Houston no ranking.

Mesmo após uma queda de 27% no consumo ano a ano, o polêmico rapper do sul da Flórida continua sendo a principal celebridade morta do streaming nos Estados Unidos, movimentando um volume de 5,6 bilhões de streams.

A experiência nos negócios é eterna: a prudência de Nipsey ao manter os direitos de sua música monetizou seus 1,85 bilhão de streams a uma taxa maior do que a maioria dos artistas vivos ou mortos.

O dono de “Purple Rain” continua movimentando o mundo da música, incluindo a venda de 320 mil unidades físicas e meio bilhão de streams sob demanda, um aumento de 12% na comparação anual.

Uma das estrelas mais queridas de todos os tempos no quesito licenciamento, Marilyn serviu de inspiração para o lançamento de uma coleção de joias da Zales para marcas como Chanel e Montblanc.

O 50º aniversário de “Abbey Road” impulsionou os Beatles no streaming e no digital, movimentando o equivalente a 2,2 milhões de álbuns no ano passado, mais do que qualquer outra celebridade morta, e fazendo com que o próprio catálogo de Lennon registrasse um aumento de 52%.

Os acordos de licenciamento com Hallmark e Universal Studios, entre outros, contribuem para o império editorial que movimentou mais de 5 milhões de livros nos Estados Unidos nos últimos 12 meses.

Com quase 1 bilhão de streams nos Estados Unidos, a onipresença da música de Marley evita que seus produtos da House of Marley, incluindo fones de ouvido, alto-falantes e toca-discos, virem fumaça.

O império da lenda do golfe permanece em alta graças a parcerias com a MasterCard e a Rolex. Além disso, há a bebida que leva seu nome no Arizona, além de uma versão alcoólica lançada pela MolsonCoors este ano.

O criador do Snoopy continua a lucrar com o 70º aniversário de sua franquia Peanuts. Um acordo de licenciamento com a Met Life, que vai terminar este ano, também acrescenta milhões aos seus cofres eternos.

Durante décadas, mais de 500 mil visitantes fazem a peregrinação a Graceland todos os anos, levando a Memphis de Elvis Presley receitas de US$ 45 milhões. A seguir: uma cinebiografia dirigida por Baz Luhrmann e estrelada por Tom Hanks.

Os streams do Rei do Pop aumentaram apesar da recente controvérsia causada pelo documentário “Leaving Neverland”, da HBO: 2,1 bilhões nos Estados Unidos contra 1,8 bilhão de um ano atrás. Com as receitas provenientes do seu catálogo da Mijac Music, um show em Las Vegas e um contrato de longo prazo com a Sony, o artista mantém sua privilegiada posição na lista pelo sétimo ano consecutivo.

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